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	<title>Ezencutivo</title>
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	<description>Business Coaching e Mudança Organizacional</description>
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		<title>E o tal Voluntariado Empresarial? Vocação ou Obrigação?</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 02:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Mello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[ONG's]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe um movimento que vem ganhando força no ambiente corporativo, ou ainda, nas empresas que compõe o segundo setor. Antes de entrar no prato principal, vamos à cozinha. Em termos práticos, existe uma classificação que aponta o primeiro setor como sendo o governo (com todas as organizações públicas sem finalidade lucrativa), o segundo como aquele formado pelas empresas privadas com finalidade lucrativa e o terceiro como o movimento organizado da sociedade civil, notadamente por meio das organizações sociais privadas sem fins lucrativos, popularmente conhecidas como ONGs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fsustentabilidade-social%2Fe-o-tal-voluntariado-empresarial-vocacao-ou-obrigacao&source=Ezencutivo"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fsustentabilidade-social%2Fe-o-tal-voluntariado-empresarial-vocacao-ou-obrigacao" /></a></div><p>Existe um movimento que vem ganhando força no ambiente corporativo, ou ainda, nas empresas que compõe o segundo setor. Antes de entrar no prato principal, vamos à cozinha. Em termos práticos, existe uma classificação que aponta o primeiro setor como sendo o governo (com todas as organizações públicas sem finalidade lucrativa), o segundo como aquele formado pelas empresas privadas com finalidade lucrativa e o terceiro como o movimento organizado da sociedade civil, notadamente por meio das organizações sociais privadas sem fins lucrativos, popularmente conhecidas como ONGs.</p>
<p>Observando a dinâmica destes atores sociais, é possível observar que nas últimas duas décadas algumas práticas começaram a se tornar mais presentes, principiando raízes que começam a se aprofundar no terreno social brasileiro.</p>
<p>As ONGs conquistaram mais espaço, ganharam visibilidade junto à mídia, tornando muitas delas conhecidas e seus líderes quase celebridades. Junto à exposição veio o perigoso título de “exemplo” a ser seguido pelo governo e um local de manifestação dos cidadãos, por meio do engajamento em causas das mais variadas naturezas. O título pode ser considerado perigoso porque existem, como nos outros dois setores, inúmeros casos de “pilantropia”, o que torna necessária uma observação além da sedutora postura de “bom-mocismo”.</p>
<p>A relação das ONGs com o governo também se acentuou, com muitas parcerias nas áreas de assistência social, educação e saúde. Em alguns momentos, ontem e hoje, inclusive, existem muitas opiniões versadas sobre estas parcerias, as quais condenam a possível substituição de papéis, algo que amiúde realmente acontece. Deve ficar claro, urgentemente, que o papel de uma ONG não é substituir as obrigações legais do Estado, seja na esfera municipal, estadual ou federal. Trata-se de uma possível sinergia, principalmente tendo a ONG – para recordar, a manifestação da sociedade civil organizada – o papel de fiscalizar e propor alternativas aos governos. Substituir pode ser a saída no curtíssimo prazo, atendendo demandas latentes. Persistir na substituição pura – o que é diferente de parcerias lúcidas – não resultará no desejado respeito às previsões constitucionais.</p>
<p>Por conta deste movimento todo, as empresas começaram a ser “convidadas” a participar do baile. Externamente, a sociedade – leia-se clientes – começou a observar o comportamento socialmente responsável (ou irresponsável) das empresas. Internamente, os colaboradores também iniciaram um tímido movimento de sugestão, deixando claro que a participação em programas sociais era algo relevante e desejável, inclusive como fator de satisfação em relação ao clima organizacional. Não podemos descartar, obviamente, aquelas iniciativas empresariais que começaram a surgir espontaneamente em função dos valores efetivamente praticados por aquela empresa. Há empreendedores também neste terreno.</p>
<p>É impossível deixar de reconhecer que o movimento de responsabilidade social empresarial vem ganhando força nas últimas duas décadas, com especial aceleração nos últimos cinco anos. São diversos os aspectos, porém, a serem considerados antes de imprimir a chancela de “socialmente responsável” em uma organização: sustentabilidade no processo de produção, controle de poluentes, governança corporativa, relações com fornecedores, balanço social, inclusão social e digital, relações com a comunidade, envolvimento dos colaboradores entre outros.</p>
<p>Neste cardápio de conceitos e possibilidades, o foco aqui será o envolvimento dos colaboradores por meio de campanhas pontuais e regulares, o que vem sendo chamado de voluntariado corporativo ou empresarial. As áreas de recursos humanos, marketing ou responsabilidade social – quando a empresa já a possui – normalmente são as principais promotoras destas iniciativas. A partir da determinação da direção ou de uma consulta aos funcionários, estratégias são criadas. Obviamente existe a necessidade de contato com a comunidade, pelo qual são determinadas algumas ações a serem feitas pelos grupos de voluntários. Importante registrar que a grande maioria das ações com estas características ainda se baseia na doação de produtos materiais, via de regra alimentos, agasalhos, material escolar ou itens para reforma. Longe de ficar preso à uma crítica simplória do que se convencionou chamar de assistencialismo, o essencial é compreender a vocação do grupo de colaboradores em se tratando de ações sociais.</p>
<p>Neste momento é possível comentar a relação do <a title="Canto Cidadão" href="http://www.cantocidadao.org.br/" target="_blank">Canto Cidadão</a> com algumas empresas. Desde 2004, ações vêm sendo desenvolvidas em ambiente corporativo, tanto no que tange à sensibilização, capacitação e orientação prática de iniciativas criadoras de intersecção entre a empresa e o ambiente comunitário. Este relacionamento normalmente começa com uma pesquisa que o Canto Cidadão conduz junto aos colaboradores, a qual determina a vocação da empresa neste sentido, ou seja, a pesquisa é capaz de apresentar aquilo que a equipe interna gostaria de fazer em se tratando de voluntariado. A partir de então, este material é trabalhado e uma ponte é estabelecida com as diretrizes da empresa, chegando a um plano de ação, execução de tarefas e posterior avaliação dos resultados e aprimoramento para as próximas incursões.</p>
<p>O Canto Cidadão preferencialmente mantém o relacionamento com a empresa e com o grupo, que acaba se inserindo o máximo possível nas atividades que também são direcionadas aos voluntários diretos da organização. Importante ressaltar que após o treinamento inicial, o grupo continua sendo submetido a uma capacitação continuada, aprimorando as suas “ferramentas” para a realização excelente das tarefas nos programas sociais.</p>
<p>Esta experiência aponta para uma saudável possibilidade de parceria entre ONGs e empresas, desde que haja um encontro entre a solidariedade, consciência e competência. Afinal, tanto a organização quanto a empresa, mas especialmente o público beneficiário, demandam este “saber fazer bem o bem”, para que o programa se torne sustentável e digno de nota. Os benefícios deste saber fazer bem são irrefutáveis: aos voluntários, a possibilidade de se desenvolverem como pessoas (pela prática de habilidades e competências práticas e emocionais) enquanto contribuem para o equilíbrio social; às empresas, a possibilidade de efetivamente exercitarem a responsabilidade social, menos pelo fato de doar produtos e serviços e mais pelo papel de espaço de ampliação da consciência cidadã; por último, mas não menos importante, à coletividade, representada pelas organizações sociais beneficiadas ou diretamente um espaço público, o apoio dos seus “clientes”, ou seja, os cidadãos, uma vez que não há forma de construir mais equilíbrio social sem os olhos atentos e os braços esforçados dos habitantes de um espaço comum.</p>
<p>Para não soar utópico e “poliânico”, fica também o registro do enorme desafio que ainda se apresenta junto às ações de voluntariado empresarial. Desde a fragilidade do interesse de muitas empresas – que inicialmente estão apenas seduzidas pela possibilidade de visibilidade junto aos formadores de opinião, até a falta de compromisso regular – além do oba-oba inicial &#8211; dos voluntários colaboradores e o despreparo de muitas organizações ou espaços públicos que recebem as ações. Diante deste cenário, é fundamental investir em pesquisa e melhoria das práticas de implementação e gestão de programas de voluntariado empresarial. Acreditar que a nobre missão dará conta de tudo é ilusão, amadorismo e irresponsabilidade. Como em qualquer área da vida, a competência ética, entusiasmada e persistente amplia sensivelmente as chances de conquista. Não é diferente nesta seara.</p>
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		<title>Dividir para Governar</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 11:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wilson Tomao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe uma tradição nas lides políticas que é melhor dividir para poder governar, pois se evidencia que com a fraqueza de vários grupos aquele que tiver a capacidade de planejar; domina os demais, pois estes outros não conseguem ao menos abordar suas situações como grupos ou comunidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fdividir-para-governar&source=Ezencutivo"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fdividir-para-governar" /></a></div><p>Existe uma tradição nas lides políticas que é melhor dividir para poder governar, pois se evidencia que com a fraqueza de vários grupos aquele que tiver a capacidade de planejar; domina os demais, pois estes outros não conseguem ao menos abordar suas situações como grupos ou comunidades.</p>
<p>Na ótica empresarial isto também acontece em organizações de todos os portes, pois podemos ter a divisão por áreas ou departamentos e até mesmo a separação individual, onde cada setor ou colaborador se torna uma ilha.</p>
<p>O incrível é que os administradores acreditam que a organização vai ter sucesso com essa estratégia, é claro que alguns resultados localizados podem ocorrer, mas nada que seja permanente e que adicione valor para a empresa.</p>
<p>Determinados empresários adotam essa forma de gestão por não se julgarem capazes de enfrentar a solidez de equipes vencedoras e que poderiam se contrapor a sua “força”.</p>
<p>O ditado que afirma “a união faz a força” é extremamente valioso no âmbito organizacional, a ligação dos diversos setores em busca de objetivos comuns só valoriza a empresa e seus resultados. O gestor que pretende transformar a empresa em um arquipélago administrativo, o faz para poder ter influência em seus pares ou mesmo superiores, pois sempre vai comparar as partes entre si sem se preocupar com o todo. Ele se sai bem durante algum tempo, mas pobre da empresa que vai dormir em lençóis dourados e acorda num pesadelo.</p>
<p>Mesmo em empresas familiares esse fato acontece, quando se trazem os sucessores para o âmbito administrativo e se cria a competição entre eles durante a gestão de diferentes áreas do negócio.</p>
<p>O gestor sábio é aquele que propõe a todos a meta de “somar para melhorar”, pois cada equipe se sente apoiada pelas demais e pode atuar de forma determinada em busca de resultados, sem temer que qualquer outra equipe esteja atuando nos bastidores para aproveitar-se desse esforço ou mesmo para depreciá-lo.</p>
<p>Quem pode afirmar que há melhor objetivo para unir a todos do que a satisfação do cliente!</p>
<p>O trabalho unido e dirigido nos leva a ter novas idéias e a propor soluções para as dificuldades, sem a postura inútil de afirmar que o problema é dos outros, pois não existem os outros, o que existe somos nós. Quando nosso foco é o cliente e seu atendimento é resultado do esforço geral, se permite que todos entendam diferenças internas e que cada cliente conta com parte da capacidade de cada setor e que mesmo aqueles que não têm contato com cliente são determinantes nesse atendimento.</p>
<p>Vamos deixar de lado os exemplos malfazejos de nossos políticos e assumir que podemos transformar tudo com o lema “somar para administrar”.</p>
<p>Vale lembrar a afirmação da imperatriz Quanny Akemi:</p>
<blockquote><p>“Assim como nas batalhas nos organizamos e atuamos de forma coordenada para obtermos a vitória, devemos atuar na vida do nosso reino, pois quem planta nosso alimento é tão importante quanto o general vitorioso.”</p></blockquote>
<p>Use sua inteligência empresarial, mãos à obra e bons negócios.</p>
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		<title>O dia a dia do executivo e a meditação</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 10:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Land</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Eckhart Tolle]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando pensamos em meditação, logo vem na cabeça a imagem de um mestre Zen, sentado na posição de flor de lótus, numa quietude profunda. Imediatamente achamos que aquilo é impossível para nós, agitados ocidentais da geração fast food.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fo-dia-a-dia-do-executivo-e-a-meditacao&source=Ezencutivo"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fo-dia-a-dia-do-executivo-e-a-meditacao" /></a></div><p>Um dos processos que me ajudou muito a administrar o stress do dia a dia como executivo foi a meditação.</p>
<p>Quando pensamos em meditação, logo vem na cabeça a imagem de um mestre Zen, sentado na posição de flor de lótus, numa quietude profunda. Imediatamente achamos que aquilo é impossível para nós,  agitados ocidentais da geração fast food.</p>
<p>Na verdade, a meditação possui várias vertentes e técnicas de aprofundamento. A meditação Zen é apenas uma técnica. Existem meditações ativas, danças meditativas, caminhadas meditativas e até diálogos meditativos.</p>
<p>O que precisamos entender é que a meditação é estar presente no agora, sem pensamentos sobre passado, sem pensamentos sobre futuro. Nossa mente foca totalmente no agora, e assim sendo em determinado momento é como se ela se desligasse. Este é o estado meditativo.</p>
<p>Agora imagine para um executivo que trabalha em média 12 horas, com a mente a todo o vapor, este momento é de sublime descanso.</p>
<p>Vou mais longe, imagine que mesmo trabalhando as tais 12 horas, você conseguisse manter a mente apenas no agora, focando no que esta fazendo de forma tranqüila e integrada com o todo. Este é o estado meditativo que alguns mestres alcançam.</p>
<p>O que quero compartilhar com vocês é que a meditação é algo para ser vivido a cada momento, e não apenas quando sentamos e dedicamos uma hora por dia para isso. Para começar a disciplina desta uma hora é muito importante, mas com o tempo, passamos a agir, caminhar, trabalhar e finalmente viver em estado meditativo.</p>
<p>Quer um pequeno exemplo, leia este texto e veja o vídeo focando apenas nele, sem interrupções externas, foque o pensamento no que esta fazendo. Se você começar a ler o texto ou ver o vídeo e um pensamento diferente vier a sua mente, não entre em conflito com o pensamento, apenas respire, deixe ele passar e continue focando no que esta fazendo. Ao final do exercício, se você conseguiu focar totalmente, perceba o silencio em sua mente. Se você foi e voltou ao texto pelas interrupções do seu estado de presença, ótimo, você percebeu que existe um estado de presença. Se você não percebeu nada, ótimo, tente novamente até perceber algo.</p>
<p>Neste vídeo Eckhart Tolle comenta sua perspectiva sobre o que é meditação. Eu ainda não cheguei lá, mas estou tentando. Bom vídeo e boas meditações.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/TQrRGf6dL-c&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/TQrRGf6dL-c&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Jonh Kotter e a gestão de mudanças</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 10:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Land</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[John Kotter]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas se perguntam qual sua missão e seu propósito, eu me fiz esta pergunta por anos e anos durante minha vida. O que posso no momento de hoje concluir é que sempre me movimentei em direção a mudanças que acreditava serem importantes no meu crescimento, sempre busquei transformar o que não estava legal, sempre procurei aceitar os desafios e problemas que minha jornada me fez enfrentar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fjonh-kotter-e-a-gestao-de-mudancas&source=Ezencutivo"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fjonh-kotter-e-a-gestao-de-mudancas" /></a></div><p>Muitas pessoas se perguntam qual sua missão e seu propósito, eu me fiz esta pergunta por anos e anos durante minha vida.</p>
<p>O que posso no momento de hoje concluir é que sempre me movimentei em direção a mudanças que acreditava serem importantes no meu crescimento, sempre busquei transformar o que não estava legal, sempre procurei aceitar os desafios e problemas que minha jornada me fez enfrentar.</p>
<p>Isto não é nada fácil, lidar com o ego, quebra de paradigma, desconforto, buscar uma incessante auto-motivação em meio a várias frustrações, mudar, mudar e mudar sempre para não ficar parado no tempo.</p>
<p>Apesar das dificuldades que um processo de mudança traz, posso afirmar que o mesmo é compensador, pois com certeza ficamos mais fortes, mais maduros, mais sábios e finalmente mais felizes.</p>
<p>Mas e nas organizações, como os profissionais vêem e encaram este processo de mudança cada vez mais acelerado nos negócios?</p>
<p>Como são trabalhados os egos, as frustrações, as desconfianças no desconhecido, a motivação das equipes, o desconforto da mudança, a procrastinação, a não identificação do profissional com a missão e propósito da organização?</p>
<p>Várias técnicas de gestão de mudança organizacional abordam estes pontos e tratam de forma pragmática e brilhante esta questão.</p>
<p>Então voltamos ao processo de mudança do individuo, sem o qual as organizações não existem. Como inferir se o profissional está realmente mudando de dentro para fora, de uma forma que não mais se apresentarão os padrões viciosos do passado?</p>
<p>É neste ponto que o business coaching é um forte aliado do programa de gestão de mudanças organizacionais, pois ajuda a transformar profundamente o individuo de forma definitiva.</p>
<p>Vejam o vídeo do John Kotter que separei para vocês, ele é um expert nesta área de gestão de mudanças.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xEXdArZcgNA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/xEXdArZcgNA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>O século 21 é das mulheres</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 10:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Mello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[Evolução]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Superação]]></category>

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		<description><![CDATA[A evolução da espécie humana ofereceu caminhos diferentes para homens e mulheres. Embora convivam desde a sua origem, estas partes apresentam características que as distinguem de forma contundente, especialmente quando são observadas questões comportamentais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fo-seculo-21-e-das-mulheres&source=Ezencutivo"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fo-seculo-21-e-das-mulheres" /></a></div><p><em>Resiliência, bom humor e solidariedade ajudando na travessia rumo ao futuro.</em></p>
<p>A evolução da espécie humana ofereceu caminhos diferentes para homens e mulheres. Embora convivam desde a sua origem, estas partes apresentam características que as distinguem de forma contundente, especialmente quando são observadas questões comportamentais.</p>
<p>Percorrendo a história de forma veloz e singela, fica nítido o aperfeiçoamento da mulher em termos relacionais. Afinal de contas, ela ficava com a prole enquanto o homem saía em busca de alimentos, por vezes durante longos períodos sem contato com outros seres da mesma espécie.</p>
<p>Inúmeras gerações se passaram e ainda no século 21 a mulher se mostra mais preparada para entender, e acolher, gente. Sem generalizar, pois definitivamente toda generalização é burra, um olhar mais atento ao redor demonstra o estágio mais avançado de desenvolvimento das habilidades emocionais delas. Em casa, no trabalho ou na sociedade em geral, as mulheres se mostram mais prontas para exercer três competências essenciais para este período da história: resiliência, bom humor e solidariedade.</p>
<h3><span style="color: #3366ff;">Capacidade de superação</span></h3>
<p>Resiliência é um termo primeiramente utilizado pela física que significa a capacidade de um material voltar ao seu estado normal depois de ter sofrido uma pressão. As ciências humanas utilizam este termo para qualificar a capacidade de um indivíduo em possuir uma conduta sã num ambiente insano, ou seja, a capacidade do indivíduo de sobrepor-se e construir-se positivamente frente às adversidades.</p>
<p>Ao longo da história, as mulheres vêm demonstrando a sua capacidade de superação, colecionando desafios vencidos. Exemplo óbvio são as épocas de guerras, que infelizmente permearam quase toda a história humana. Nestas oportunidades, legiões de homens foram e não voltaram, deixando a elas a tarefa de erguer a geração seguinte. Ponto para as mulheres.</p>
<h3><span style="color: #3366ff;">Sorrisos e risadas criam vínculos</span></h3>
<p>Robert Provine descobriu que a probabilidade de o riso acontecer em situações sociais é 30 vezes maior do que quando a pessoa está sozinha. Ele descobriu também que o riso tem menos a ver com anedotas do que com a construção de relacionamentos: somente 15% do nosso riso resulta de piadas.</p>
<p>Embora entre os voluntários não houvesse diferenças significativas de avaliação quanto à graça dos videoclipes apresentados na pesquisa, os que os assistiram sozinhos riram menos do que os que os assistiram ao lado de outra pessoa, fosse um amigo ou um estranho. A ocorrência do riso, assim como sua freqüência e duração, era muito maior em situações de interação social.</p>
<p>Quase indispensável apresentar os benefícios do bom humor, bastando ressaltar o seu poder de gerar saúde física (produção ampliada de neurotransmissores, que geram bem estar e reforçam o sistema imunológico) e emocional (enriquecendo as relações sociais).</p>
<p>A pesquisa citada reforça indiretamente a maior capacidade de geração de bom humor que a mulher tem, pelo simples fato de ser mais gregária, ou seja, investir e usufruir mais do que foi chamado de interação social. Em tempos de estresse e depressão crescentes, quem encontra motivos para rir (mais facilmente encontrados em grupo) leva vantagem em termos de qualidade de vida. Mais um ponto para elas.</p>
<h3><span style="color: #3366ff;">O poder da comoção</span></h3>
<p>O verbo comover é visto regularmente de forma distorcida. O seu sentido mais potente é o de mover-se junto (co-mover). E esta postura de vida é alimentada pela capacidade de se colocar no lugar do outro e se solidarizar.</p>
<p>O voluntariado é a expressão prática da solidariedade, atividade que desde 1532 (primeiro registro na Santa Casa de Misericórdia de Santos/SP) vem cumprindo papel fundamental para a redução das injustiças no Brasil. Se o país já é injusto com o exercício do voluntariado, fique à vontade para pensar em um caos ainda maior se ele não existisse.</p>
<p>Na prática voluntária, adivinhem quem é o personagem protagonista! Sim, a mulher. Raro é o programa social que não tem em sua liderança (de fato ou de direito) uma mulher.</p>
<p>Um exemplo é o caso dos Doutores Cidadãos, voluntários que desde 1999 utilizam a figura do palhaço para levar alegria e cidadania a mais de 40 hospitais na Grande São Paulo. Neste grupo, 74,5% dos quase mil voluntários já treinados são mulheres. Fato adicional: muitos homens chegaram ao grupo em função de alguma conhecida já estar atuando. Ponto para quem?</p>
<h4>Vitória de goleada</h4>
<p>O objetivo não é aguçar os atritos já existentes entre homens e mulheres, a já promovida “guerra dos sexos”. Pelo contrário. Cabe ao homem inteligente, empresa inteligente e sociedade inteligente perceber que a mulher desenvolveu a sua caixa de emoções mais do que o homem, que possui via de regra uma caixa de ferramentas mais reforçada. O segredo é compartilhar, crescendo juntos, com respeito às características e potencialidades de cada gênero.</p>
<p>Em um mundo carente de relacionamentos saudáveis, as habilidades de lidar com situações adversas e levantar a cabeça, construir bom humor em si e nos outros e participar de ações sociais transformadoras transformam a mulher em candidata natural à liderança deste século definitivo para os seres humanos em termos de sobrevivência.</p>
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		<title>Educação pelo Exemplo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wilson Tomao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando abracei um amigo de muitos anos na festa de 40 anos da ABIFA e que acabava de ser homenageado pela sua imensa colaboração com o setor de fundição, me dei conta de que a maior contribuição desse ser humano tem sido o exemplo e isso trouxe a tona o que acontece na rotina empresarial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Flideranca%2Feducacao-pelo-exemplo&source=Ezencutivo"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Flideranca%2Feducacao-pelo-exemplo" /></a></div><p>Quando abracei um amigo de muitos anos na festa de 40 anos da ABIFA e que acabava de ser homenageado pela sua imensa colaboração com o setor de fundição, me dei conta de que a maior contribuição desse ser humano tem sido o exemplo e isso trouxe a tona o que acontece na rotina empresarial.</p>
<p>As organizações que têm sistema de gestão bem sucedido, certamente se utilizaram de exemplos vindos de todos os níveis organizacionais para criar raízes fortes e tornar usual a coerência e o reconhecimento.</p>
<p>Os exemplos são a maior fonte de inspiração e a melhor forma de ensinamento, aquela que garante que nem sequer é preciso saber ler e escrever para aplicar o conceito e estabelecer critérios e padrões.</p>
<p>Cabe a Direção da empresa se tornar esse ponto de referência, sendo a primeira a adotar as regras de gestão empresarial e demonstrar que as decisões são tomadas com base em evidências e que as determinações se aplicam para todas as atividades realizadas na empresa inclusive aquelas que cabem à Direção. Imaginemos como se comportarão os colaboradores de uma empresa que demonstra claramente que não tem ética nos negócios e aposta em corromper para obter resultados, será que poderemos esperar outro modo de agir do grupo que atua na empresa?</p>
<p>Normalmente se encontra na media gerência a maior dificuldade de trabalhar com essa filosofia, pois querendo alcançar resultados a todo preço, se colocam acima das regras e ousam afirmar que “isso serve para todos menos para mim” criando uma ilha de discrepância que vai aos poucos obstruindo o andamento correto dos processos. Esta forma de gestão permite o surgimento de todo tipo de liderança, especialmente aquela que atua nos bastidores e que com jogo de palavras leva ao engano todos os que dependem desses lideres.</p>
<p>Todo dirigente que assume seu verdadeiro papel e que demonstra na prática a aplicação do respeito ao ser humano, a sociedade e ao mercado, passa a representar o educador perfeito para todos os que estão envolvidos com essa organização. Quando uma empresa assume essa atitude positiva acaba se tornando exemplo para seus fornecedores e digna de respeito pelos seus clientes. Cria em seus colaboradores a crença de que é possível se obter resultados de forma adequada e os incentiva a levar essa filosofia para dentro do lar estendendo o exemplo aos filhos e parentes.</p>
<p>A transparência diretiva leva a um movimento de busca da melhoria, que nasce entre os colaboradores que se sentem engrandecidos ao apresentar sugestões e que de alguma forma se transformam em exemplos em seus setores e classes sociais.</p>
<p>Afirmar que todos são iguais e que terão os mesmos benefícios é uma grande inverdade, mas afirmar que todos merecem respeito e que há reconhecimento das capacidades através da observação critica e justa dos gestores, de fato se firma como verdade nos sistemas de gestão e na estratégia de negócio da empresa.</p>
<p>Vale lembrar a sabedoria da imperatriz Quanny Akemi que afirmava:</p>
<blockquote><p>“Meu pai liderava seus súditos na paz e na guerra e muitas vezes pudemos ver, a forma justa como definia pendências, como participava da primeira semeadura e do início da colheita, como informava a todos as razões de nossas batalhas e como abraçava seus filhos no retorno. Esse exemplo criou famílias sólidas, um reino próspero e que se manteve forte mesmo depois de sua morte.”</p></blockquote>
<p>Use sua inteligência empresarial, mãos à obra e bons negócios.</p>
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		<title>Jack Welch, coaching por excelência</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 10:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Land</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Mudanças]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Welch]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[O que falar de um dos mitos mais falados e estudados na história das empresas. O homem que comandou a GE de 1981 até 2000 e a levou de um patamar de faturamento de 13 bilhões de dólares, para 500 bilhões de dólares, transformando-a numa das maiores empresas do mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fjack-welch-coaching-por-excelencia&source=Ezencutivo"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fjack-welch-coaching-por-excelencia" /></a></div><p>O que falar de um dos mitos mais falados e estudados na história das empresas. O homem que comandou a GE de 1981 até 2000 e a levou de um patamar de faturamento de 13 bilhões de dólares, para 500 bilhões de dólares, transformando-a numa das maiores empresas do mundo.</p>
<p>Um visionário que apóia desde os primórdios a liderança baseada no coaching das equipes e executivos. Antes de muitos outros, Jack Welch era um profundo incentivador da cultura de coaching nas organizações.</p>
<p>Eu como coach de executivos, não posso deixar de trazer ao meu site, boas palavras e idéias deste gênio. Palavras simples, mas diretas, sem rodeios. Assistam !</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=6094023&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="320" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=6094023&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Encontre a sua voz interior e inspire os outros a encontrar as deles</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 11:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Land</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[7 Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Ser Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Covey]]></category>

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		<description><![CDATA[Participar durante minha carreia de executivo dos programas de formação de Stephen Covey, realmente foi algo que mudou meus caminhos profissionais e pessoais. Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes e o oitavo hábito, da eficácia a Grandeza, em minha opinião resumem 99% do que podemos fazer para ter sucesso em nossas vidas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fencontre-a-sua-voz-interior-e-inspire-os-outros-a-encontrar-as-deles&source=Ezencutivo"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fencontre-a-sua-voz-interior-e-inspire-os-outros-a-encontrar-as-deles" /></a></div><p>Participar durante minha carreia de executivo dos programas de formação de Stephen Covey, realmente foi algo que mudou meus caminhos profissionais e pessoais.</p>
<p>Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes e o oitavo hábito, da eficácia a Grandeza, em minha opinião resumem 99% do que podemos fazer para ter sucesso em nossas vidas.</p>
<p>Quando falo de sucesso, não me refiro somente à carreira e dinheiro e sim sucesso de VIDA, algo muito próximo da felicidade que todos almejamos.</p>
<p>No campo profissional, eu como Coach de executivos, tenho como uma máxima a descrição do oitavo hábito: &#8220;Encontre a sua voz interior e inspire os outros a encontrar as deles&#8221;, esta é para mim uma das principais missões de um bom coach.</p>
<p>Espero que gostem dos vídeos.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">&#8230;</span></p>
<h3>Parte 1 (espanhol)</h3>
<p><object width="480" height="385" data="http://www.youtube.com/v/hF1REGD4yCA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hF1REGD4yCA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><span style="color: #ffffff;">&#8230;</span></p>
<h3>Parte 2 (espanhol)</h3>
<p><object width="480" height="385" data="http://www.youtube.com/v/jXWzWo7i2Os&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jXWzWo7i2Os&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><span style="color: #ffffff;">&#8230;</span></p>
<h3>Os 7 Hábitos (espanhol)</h3>
<p><object width="480" height="385" data="http://www.youtube.com/v/fLgoAca092E&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fLgoAca092E&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>7 passos para você fazer o que ama</title>
		<link>http://www.ezencutivo.com/gestao-de-mudancas/7-passos-para-voce-fazer-o-que-ama</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 03:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Land</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[As grandes mudanças ocorrem quando as pessoas estão profundamente apaixonadas, e tem um grande amor pelo que fazem. Se deseja fazer alguma diferença no mundo, a única e mais importante coisa que você pode fazer é escolher conscientemente e deliberadamente trabalhar naquilo que você é apaixonado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2F7-passos-para-voce-fazer-o-que-ama&source=Ezencutivo"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2F7-passos-para-voce-fazer-o-que-ama" /></a></div><p>As grandes mudanças ocorrem quando as pessoas estão profundamente apaixonadas, e tem um grande amor pelo que fazem.</p>
<p>Se deseja fazer alguma diferença no mundo,  a única e mais importante coisa que você pode fazer é escolher conscientemente e deliberadamente trabalhar naquilo que você é apaixonado.</p>
<p>Nenhuma outra escolha terá um maior impacto no planeta, ou em sua vida.</p>
<p>Se o seu trabalho é chato, você provavelmente não causará muito impacto. Você pode até oferecer algum valor para as pessoas. Suficiente para pagar seu aluguel, suficiente para sobreviver. Mas não provocaria mudanças. E certamente não inspiraria outras pessoas. Se o seu trabalho é chato, as chances são de você fazer só o suficiente para não ser demitido.</p>
<p>Mas se o seu trabalho instiga você, o mantém motivado até tarde da noite, e te completa, você fará mais. Você se entregará completamente. Investirá todo seu tempo nisso, com mais energia, mais paixão. Porque vale a pena. É gratificante.</p>
<blockquote><p>As grandes mudanças ocorrem quando as pessoas estão profundamente apaixonadas, e tem um grande amor pelo que fazem.</p></blockquote>
<p>No fim do dia pensará: &#8220;Meu tempo foi bem gasto hoje.&#8221;</p>
<p>Portanto, a verdadeira questão não é se deve ou não fazer o trabalho chato ou passional. A questão é como começar.</p>
<h4><span style="color: #000080;">Os 7 passos para começar a ser pago para fazer o que ama:</span></h4>
<h4><span style="color: #3366ff;">1. Encontre sua paixão</span></h4>
<p>Isso é sobre o seu grande amor, e que o faz vivo. Para começar, pergunte: &#8220;Pelo que eu sou louco?&#8221; &#8220;Sobre o que eu poderia falar por horas?&#8221; e &#8220;O que eu faria de graça?</p>
<h4><span style="color: #3366ff;">2. Encontre seus pontos fortes</span></h4>
<p>O que estamos procurando são coisas que você é naturalmente bom, e que te acompanham desde o nascimento. Isto é sobre a contribuição dos seus dons para o mundo. Pra começar, procure seus amigos, família ou colegas e pergunte a eles três coisas em que você é naturalmente talentoso.</p>
<h4><span style="color: #3366ff;">3. Encontre seu valor</span></h4>
<p>Encontrar a intersecção entre o que você é bom e o que as pessoas estão dispostas a pagar a você é o que fará toda a diferença. Se você não encontrar uma forma de ser pago para fazer o que ama, os próximos passos não serão muito úteis. Então vale a pena gastar algum tempo para descobrir isso. Pra começar, pense sobre os benefícios que você dará as pessoas contribuindo com seu valor. Procure por necessidades reais das pessoas, e que tenham relação com o valor que você está oferecendo.</p>
<h4><span style="color: #3366ff;">4. Comprometa-se</span></h4>
<p>Eu acredito, que mais do que qualquer outra razão, as pessoas falham no caminho do sucesso quando não se comprometem. Pensar &#8220;eu não sei&#8221; ou &#8220;talvez um dia&#8221; não levarão você ao ponto de fazer o que ama para viver. É preciso um forte comprometimento para fazer essa mudança em si mesmo. Em vez de pensar &#8220;Eu não sei&#8221;, pense &#8220;Eu vou descobrir&#8221;. Lembre-se, grandes jornadas começam com o primeiro passo.</p>
<h4><span style="color: #3366ff;">5. Permita que aconteça</span></h4>
<p>Por mais que você queira fazer essa mudança em si mesmo, pode ser difícil abandonar velhos padrões de pensamento e comportamento. Geralmente pensamos que &#8220;trabalho não deve ser divertido&#8221; ou que &#8220;devemos suportá-lo&#8221;. Derrubar estas crenças pode ser difícil, mas avançar em uma nova direção com certeza vale a pena.</p>
<h4><span style="color: #3366ff;">6. O que você abandonará?</span></h4>
<p>Você pode estar pensando que não tem tempo para encarar uma nova empreitada, e você está certo. Você não terá tempo até que você arrume tempo. Há muitas coisas que colocamos em nossas agendas que achamos que temos que fazer. Mas na verdade, nosso mundo não desmoronaria se escolhessemos fazer outra coisa. Faça uma lista de todas as atividades que consomem seu tempo e que serão abandonadas para que você tenha o tempo suficiente para a nova jornada.</p>
<h4><span style="color: #3366ff;">7. Você dirá Sim a si mesmo?</span></h4>
<p>Você pode querer se tornar um escritor, dentista, conselheiro, pintor ou palestrante. Se você sabe que é isso que pretende fazer e que dará significado a sua vida, então permita ser assim chamado, mesmo não estando ainda estabelecido. Mesmo se você não faça disso uma profissão em tempo integral. <span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Abrace sua paixão, completamente e sem reservas</span></span>.</p>
<p>Embora há mais em sua jornada do que esses sete passos, este será um grande começo. Clareza e compromisso são os maiores passos, o resto é fácil. Um passo de cada vez.</p>
<p>Você chegará lá. Ninguém poderá impedi-lo se você realmente desejar algo.</p>
<p>E lembre-se, o mundo precisa que você faça o que ama. Nada mais pode gerar mudança, ou ter um impacto maior.</p>
<p>Dê-se permissão. Precisamos de seus dons.</p>
<p><strong>Nota do Editor:</strong><br />
Este artigo foi publicado no <a title="Zumk" href="http://www.zumk.com.br/" target="_blank">Blog   Zumk</a> de Robson Zumkeller e posteriormente publicado no Blog do <a title="Pto de Contato" href="http://ptodecontato.wordpress.com/" target="_blank">Pto de Contato</a> e do <a title="Super Empreendedores" href="http://www.superempreendedores.com" target="_blank">Super Empreendedores</a>.</p>
<p><em>Este artigo foi traduzido e adaptado do post <a title="The World Needs You to Do What You Love" href="http://feedproxy.google.com/%7Er/zenhabits/%7E3/l5_VKogCK0w/" target="_blank">The World Needs You to Do What You Love</a> de <a title="Illuminated Mind" href="http://illuminatedmind.net/" target="_blank">Jonathan Mead</a>.</em></p>
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		<title>Os Piratas do Caribe</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 10:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wilson Tomao</dc:creator>
				<category><![CDATA[C.O.S.D]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontrei outro dia um especialista em gestão empresarial e que se queixava da ineficácia dos programas da qualidade dentro das empresas afirmando que muitas vezes isso é apenas um pano de fundo e que na pratica não funciona ou não agrega valor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fos-piratas-do-caribe&source=Ezencutivo"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.ezencutivo.com%2Fgestao-de-mudancas%2Fos-piratas-do-caribe" /></a></div><p>Encontrei outro dia um especialista em gestão empresarial e que se queixava da ineficácia dos programas da qualidade dentro das empresas afirmando que muitas vezes isso é apenas um pano de fundo e que na pratica não funciona ou não agrega valor.</p>
<p>Desta conversa surgiu o consenso da existência dos piratas e lembrando-se do filme de sucesso &#8220;Piratas do Caribe&#8221; concluímos que poderíamos produzir o filme &#8220;Piratas&#8230; Organizacionais!&#8221;</p>
<p>Toda empresa tem nos seu quadro alguém que se enquadre nesse perfil e comande o barco pirata, tentando demonstrar que todos estão errados e que só a ilegalidade é o caminho certo para vencer.</p>
<p>Os piratas aparecem já na fase de implantação do Sistema de Gestão da Qualidade tendo papel preponderante na formação do &#8220;time&#8221; que cria os falsos conceitos sobre a chegada de uma nova ferramenta administrativa e nesse momento aparecem as famosas frases:</p>
<p style="padding-left: 30px;">- Quando esse trabalho acabar nós vamos perder nosso emprego, pois a empresa vai usar todas as &#8220;coisas&#8221; escritas para contratar gente nova para fazer o nosso trabalho.<br />
- Esse sistema só serve para beneficiar a empresa, a gente não aproveita nada disso e é melhor &#8220;esconder&#8221; algumas informações e fatos.<br />
- Agora vai ter uma pessoa que fica cobrando a gente o tempo todo para preencher papel e &#8220;botar&#8221; a culpa na gente quando alguma coisa der errada.</p>
<p>Acontece que quando aparecem os primeiros resultados positivos eles tentam &#8220;seqüestrar&#8221; o sucesso e mostrar que o que deu certo até agora, foi pela participação deles ou pelas idéias que eles ofereceram e nesse momento acusam aqueles que foram envolvidos pelas historias fantasmagóricas de &#8220;jogarem contra&#8221; a empresa. A estratégia agora é &#8220;navegar&#8221; sem a bandeira pirata e afirmar que isso tudo parece bom&#8230;, mas a gente precisa esperar para ver. Se pudéssemos vê-los em ação dentro do barco veríamos todos remando para o lado contrário.</p>
<p>A empresa tem sucesso, obtém sua certificação e os piratas participam da festa e começam a articular as seguintes afirmações:
</p>
<p style="padding-left: 30px;">- Vocês pensam que está tudo certo? Eu sei onde estão as coisas erradas, mas não vou apontar os erros porque o problema não é meu.<br />
- Todas essas regras se aplicam só para quem trabalha, duvido que os chefes vão ser cobrados para cumprir isso.<br />
- O pior de tudo é que os clientes vão acreditar que a empresa trabalha bem e que tudo aqui funciona.</p>
<p>Ao longo do tempo os piratas aparecem discretamente e é possível detectar a presença deles através de fatos típicos:
</p>
<p style="padding-left: 30px;">1. Não há registro de não-conformidades ou há uma &#8220;maquiagem&#8221; desse registro. Os piratas costumam afirmar que as coisas só dão errado no serviço realizado por outras pessoas e que eles são praticamente infalíveis.<br />
2. São criados objetivos da qualidade que estão longe de medir algo importante ou mesmo de agregar valor à gestão da qualidade.<br />
3. Incentivam a idéia de que tudo vale para os outros e não vale para o nosso navio, pois estamos acima dessas regras e atingimos as nossas metas até atuando nas sombras e os outros têm dificuldade.<br />
4. Desrespeitam os prazos definidos para ações ou programas e ao serem cobrados se mostram como vitimas do sistema e geralmente afirmam que não tem tempo, pois estão sempre muito ocupados e que não dá para pensar sempre na qualidade.<br />
5. Isso não é comigo e pode procurar quem escreveu essa regra para achar uma saída.</p>
<p>Devemos destacar que os piratas não estão somente entre os colaboradores, mas em alguns casos fazem parte da gestão ou da direção e conduzem o navio pirata como se fosse um transatlântico de turismo em época de férias.</p>
<p>O fato mais contundente é saber que esses piratas são conhecidos e que a empresa não reage a toda essa ação inadequada e permite que essa filosofia crie raízes e envolva cada vez mais participantes.</p>
<p>A cada vez que se detecta um pirata e nada acontece com ele, o sistema de gestão da qualidade se enfraquece e aqueles que são fieis aos princípios de gestão se sentem &#8220;enganados&#8221;, pois se comprometeram e são tratados da mesma forma que aquele&#8230; Capitão Gancho.</p>
<p>Agora passe os olhos pela sua organização e identifique os piratas e suas estratégias, isso vai fazer diferença no seu futuro.</p>
<p>Vale lembrar as palavras da imperatriz Quanny Akemi:</p>
<blockquote><p>&#8220;Meu reino deve ser realmente o melhor de todos os continentes, porque nunca ouço reclamações, mas sei que isso não é verdadeiro, pois há sempre um murmúrio por onde passo mesmo quando todos estão sorrindo&#8221;.</p></blockquote>
<p>Use sua inteligência empresarial, mãos à obra e bons negócios.</p>
<p><strong>Imagem:</strong> Johnny Depp no filme Piratas do Caribe.</p>
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